terça-feira, 21 de abril de 2015

EMPRESÁRIOS INVESTINDO EM MISSÕES



(Matéria publicada em 2008) 
Não é novidade para a liderança cristã o fato que muitos projetos de expansão missionária ficam somente na pauta de oração porque faltam recursos e não há mantenedores. Muitos missionários ainda estão no time de reserva porque não há que os sustente no campo. Será que os membros das igrejas sofrem de "falta de visão missionária"?
 
Entrevistamos dois empresários de sucesso em suas áreas e que também são mantenedores fiéis de projetos missionários para entender melhor que critérios os levam a investir e que ações daqueles que recebem as doações os levam a manter suas contribuições.
 
Amado Góis é o presidente da Hydronorth, empresa do Paraná que atua na área de tintas e impermeabilizantes. Alberto Schlatter é o presidente do Grupo Schlatter, sediado no Mato Grosso do Sul e que atua nos segmentos de agricultura, pecuária, benefício de algodão, transportes e armazenagens.
 
Qual o seu envolvimento com missões atualmente?
 
Amado - Meu envolvimento com missões é feito em diferentes localidades. Em Londrina na Creche Rei Davi, onde, além da missão junto às crianças fazemos da creche um centro para atendimento aos pais com vários problemas. Isso tem dado excelentes resultados, pois além das crianças levarem a Palavra de Deus para casa, os pais também a recebem por ocasião de reuniões e também de aconselhamento. Na Missão Vida em Anápolis que cuida de mendigos e homens de rua. Em Marilia no Esquadrão da Vida. No Instituto Paqto consiste na manutenção deste ministério em Maringá (esse ministério presta consultoria às igrejas que querem investir em missões mas não têm experiência). E por último, na Missão Portas Abertas, que dispensa comentários.
 
Alberto - Temos nos envolvido de forma mais expressiva com o Projeto Com Cristo no Cerrado, que é um ministério voltado para a abertura de novas igrejas e de um centro de treinamento de obreiros na cidade de Rondonópolis. Temos envolvimento também com o Centro Gileade que trabalha na recuperação de dependentes químicos, em Chapadão do Sul. Além disso, no Ministério Palavra da Vida e no Projeto Vinde Meninos.
 
O que o levou a escolher estes projetos ou organizações para serem alvo de investimento e não uma outra entidade?
 
Amado - Para a escolha de missão eu analiso primeiro a idoneidade e comprometimento. Isto depois de conhecer as pessoas que a administram e lideram e após consultas. Analiso muito também para que se destina. Isso faz parte da minha responsabilidade em investir. Investir não é somente dar mas também: o quê, como e pra quem dar. O dinheiro de missão não é meu, sou apenas instrumento que Deus usa para dar então tenho que ser responsável ou então Deus vai cobrar de mim.
 
Alberto - Vejo missões como um projeto global da igreja, isto é, alcança o ser humano no seu aspecto físico, emocional e espiritual, através das boas novas, do evangelho de Jesus, enquanto que os clubes de serviço apenas atendem necessidades materiais.
 
Quais os critérios que levou em conta para ser um contribuinte regular?
 
Amado - Não existe critério. Trata-se de obediência. Vejo a necessidade, sinto uma ordem e então inicio o processo que detalhei na pergunta anterior.
 
Alberto - Exatamente porque em tais projetos ficamos bem mais informados sobre a destinação dos investimentos que fazemos na condição de mordomos de Deus. Também porque ficamos inteirados das necessidades emergenciais que acabam surgindo na trajetória deste projetos.
 
Na sua visão, de que forma deve ser a prestação de contas de uma agência missionária?
 
Amado - Isso também faz parte de minha responsabilidade. A prestação de contas deve ser criteriosa e regular. Essas missões de que falei me prestam conta mensalmente através de noticias e relatórios. Também de tempos e tempos visito a missão e me reúno com os responsáveis. Repito, não só dar mas sim acompanhar.
 
Alberto - Com a maior transparência possível para que os investidores possam se alegrar em Deus vendo como seus investimentos estão abençoando vidas e fazendo o Reino de Deus prosperar.
 
O irmão acredita que os empresários não cristãos investiriam em missões?
 
Amado - Não acredito e vou além. Empresário não cristão não deve investir em missões porque não será uma boa obra. A ordem para investir em missões deve vir de Deus e nunca de homens. Repito: Os valores que invisto em missões não são meus, são de Deus, e eu não sou louco de roubar de Deus, ou seja, ficar com a "grana". A prova de que não são meus é o fato de nunca ter sentido falta desses valores. Creia: se fossem meus provavelmente não investiria, eu sou tão mau como qualquer outro homem.
 
Alberto - Não tenho muito o que falar sobre isso mas afirmo que isto até poderia acontecer se as agências missionárias os procurassem com um projeto bem elaborado e bem transparente, avalizado pelo bom testemunho dos empresários cristãos.
 
E quanto à igreja? Por que não há mais investidores?
 
Amado - Ovelha escuta o pastor e empresário escuta empresário. O que a Igreja precisa é envolver empresários cristãos para falar com empresários. A Igreja tem poucos investidores porque é a própria Igreja que gera dificuldades. Com receio de perder sua receita, não divulga com ênfase a missão. Vejo incompetência da Igreja nesse sentido.
 
Alberto - Não há como negar que vivemos uma crise generalizada de credibilidade das instituições eclesiásticas e isto gera um desconforto na aplicação de investimentos fora do dízimo, ou seja, das ofertas alçadas que são dever de todo crente.
 
Quais são suas sugestões aos líderes de ministérios, missões e igrejas para atraírem investidores?
 
Amado - Não sou a melhor pessoa para isso mas creio que algumas dicas já foram descritas anteriormente.
 
Alberto - Esta questão já foi tratada anteriormente, mas quero reforçar. A questão crucial é a credibilidade e a transparência. Isto com certeza motivaria mais investidores que estão à procura de oportunidade de poderem exercer com mais inspiração a mordomia que o Senhor espera de cada um. Sejam eles grandes investidores ou somente uma viúva que coloca uma simples moeda.


Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o sitewww.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mailartigos@institutojetro.com

terça-feira, 14 de abril de 2015

As Responsabilidades da Igreja para com o Missionário



Pr. Sidney Siqueira
Dentre os muitos privilégios que o Senhor tem dado à sua Igreja está o de se envolver com missões transculturais. Privilégios, naturalmente, envolvem responsabilidades. Enviar missionários requer compromisso e seriedade daqueles que se propõem a fazê-lo.       
A igreja deve, em primeiro lugar, ter discernimento espiritual para reconhecer se o candidato tem o chamado para ser um missionário. Em seu relato em Atos 13, Lucas deixa claro o discernimento que a igreja em Antioquia recebeu do Espírito Santo antes de enviar Paulo e Barnabé. Atos 13.1-3. Liderança afinada com o Senhor estará em sintonia também com aqueles que Ele mesmo escolheu para um trabalho específico. Essa convicção do chamado, tanto no coração do candidato quanto no da liderança, servirá de forte alento nos momentos de provas futuras.
O desenvolvimento de um ministério efetivo exige preparo. Os exemplos bíblicos se multiplicam: Moisés, 40 anos no palácio, 40 anos no deserto; José, 13 anos em terra estranha; Paulo, 14 anos no deserto. Deus ainda não mudou seu método. Por isso é uma grande bênção quando uma igreja local, após o reconhecimento de um vocacionado, se envolve no seu preparo. Há situações em que um candidato pode arcar com suas despesas; outras, não. Tomando como exemplo o curso preparatório que a Missão Novas Tribos do Brasil oferece aos futuros missionários, percebemos a inviabilidade do sucesso se alguém não se responsabilizar pelo suprimento financeiro. Em regime de tempo integral são oferecidos cursos teológico, missionário e linguístico. É bom lembrar que a necessidade não é apenas financeira. Esse candidato já começa a sofrer as investidas do inimigo. Até chegar ao campo missionário ele dependerá também do pastoreio eficaz de sua igreja: orações, palavras de ânimo, puxão de orelha quando necessário.
Após seu preparo a igreja deve enviá-lo, em parceria com uma missão, para um campo missionário. A igreja que teve o cuidado de se envolver no preparo do candidato continuará alegremente apoiando-o no ministério a ser desenvolvido. O sentimento que deve dominar uma igreja é que ela é missionária onde seu missionário está. O sucesso dele é também o dela; o fracasso dele é também o dela. Por isso o cuidado vai além do suprimento financeiro. As lutas espirituais são partilhadas por ambos. Num campo isolado, longe de familiares, amigos, convívio com os irmãos, as carências emocionais são grandes. A igreja deve entender essa situação para estender seu apoio de forma integral ao seu enviado. Quando a igreja se propõe a cumprir fielmente seu papel, o missionário terá mais tranquilidade para cumprir seu ministério com eficiência.
A certeza da presença maravilhosa do nosso Mestre, conforme promessa em Mateus 28.20, anima o missionário. Ele sabe que não está sozinho, a pessoa mais importante está com ele. Essa convicção o ajuda a aprender a língua nativa para comunicar ao povo tribal o amor de Deus e a perseverar nos momentos difíceis. Mas não nos esqueçamos de que Igreja, Missionário e Agência Missionária precisam andar juntos. Se um elo da corrente se quebrar, todo o trabalho será prejudicado.
O compromisso de uma igreja com seu missionário é, antes de tudo, um compromisso com o Senhor. Obra missionária não é para ser feita quando sobra dinheiro. Construções e outros projetos não devem ser priorizados em detrimento do missionário no campo. Há igrejas que enviam e abandonam seus obreiros em todos os aspectos. A obra missionária não ocupa a mente da igreja. Consequentemente, o sustento financeiro vai de vez em quando, se vai. As orações são escassas, mas o missionário fiel continua apesar da falta de apoio. Cuidado Igreja! O Senhor pedirá contas. Não percamos o grande privilégio de apoiar e zelar pelos que dão suas vidas.
Hoje estou do lado de cá, segurando a corda, mas já fui enviado para o treinamento missionário e para o campo sem apoio financeiro. Meu pastor me disse “Vai, porém sustento financeiro você não receberá da igreja.” Nunca vi uma pessoa tão fiel à sua palavra!  Eu fui e, por doze anos, Deus usou os mais diversos meios para suprir minhas necessidades. Estou há trinta e quatro anos no ministério e Deus nunca falhou. Ele me deu esposa, dois filhos, uma nora e uma netinha. Quão precioso é ser servo do Deus Altíssimo!
Preparar, enviar, sustentar obreiros na obra do Mestre são algumas das responsabilidades de uma igreja local. Há mais uma não menos importante para a igreja que, de fato, se considera parceira do missionário: acompanhar o desenvolvimento do trabalho na linha de frente. Para isso a igreja deve ter boa comunhão e boa comunicação com a agência missionária à qual seu obreiro está afiliado, pois ela tem a estrutura adequada para fazer esse acompanhamento. Cobrança em cima do missionário? Não. Cobrança não é uma boa palavra. Zelo, essa é a palavra ideal. Se a igreja é fiel em investir tempo em oração, dispensar cuidado espiritual e emocional, ofertar mensalmente, é justo que ela deseje ver fidelidade em seu enviado. O trabalho transcultural nunca foi e nunca será fácil. Diligência e perseverança são duas palavras-chave para quem pretende aprender língua e cultura tão diferentes da sua, e nós sabemos que sem esse aprendizado não haverá comunicação efetiva do evangelho. Portanto a igreja está sendo apenas uma parceira zelosa quando verifica o progresso dos seus missionários nessas áreas. O sucesso do missionário é o sucesso da igreja. Lembra?
Deus nos deu o privilégio de estar na linha de frente e agora na retaguarda. Como um dos pastores da I Igreja Batista Bíblica em Vitória da Conquista, é com alegria que vejo o povo de Deus empenhado no apoio a quase sessenta missionários. A liderança da igreja, contudo, precisa estar atenta para que a igreja cumpra fielmente seu ministério: discernir espiritualmente o vocacionado, preparar, enviar e zelar pelo bom andamento do trabalho; estas são alegrias e responsabilidades que o Senhor deixou a todas as igrejas locais.
A chama por missões continua e continuará até que a última tribo seja alcançada para glória do Senhor.
 Pr. Sidney Siqueira – Pastor de Missões da Igreja Batista Bíblica em Vitória da Conquista-BA e Missionário Cooperador da MNTB

terça-feira, 7 de abril de 2015

sábado, 28 de março de 2015

Despertando nossa consciência de corpo


TODOS OS QUE CRERAM ESTAVAM JUNTOS E TINHAM TUDO EM COMUM. (LEIA ATOS 2.42-47)
Soube do caso verídico de um missionário que passou por uma igreja testemunhando as necessidades do campo que ele trabalhava, pedindo encarecidamente ajuda dos irmãos. Não obteve retorno. Mas no domingo seguinte, a mesma igreja ouvia extasiada o testemunho de um dos membros que glorificava a Deus pelo carro importado novinho que Ele havia lhe dado de presente!
Casos como estes acontecem aos montes, diariamente por aí. Alguns podem ter dificuldade para aceitar o fato de que Deus faria tamanha injustiça. Eu também. Outros podem pensar: não é o mesmo Deus! Mas creio que é. Creio que o Deus que deu recursos para o irmão que comprou um carro importado é o mesmo que levou o missionário necessitado àquela igreja. Entende a ligação?
Quero com isto chamar a atenção para o detalhe de que quando Jesus nos ensinou a pedir pelo pão diário, nos instruiu a pedir para “nós”. Isto significa que se Ele me dá a mais, é para repartir com quem não tem! O pão nosso de cada dia dá-nos hoje, diz que nós somos os responsáveis pelo suprimento do corpo de Cristo. Permitir que um semelhante morra de fome num mundo tão rico é o atestado de falência da sociedade humana; agora, permitir que um irmão passe fome no seio da igreja é não somente escrever o nosso atestado de falência, mas acima de tudo um pecado intolerável!
Podem me chamar de cético, mas penso que dificilmente Deus faça aparecer milagrosamente comida na despensa do irmão necessitado. Sei que Ele pode fazê-lo, não tenho dúvidas. Mas também não tenho dúvida alguma que Deus quer utilizar o Corpo de Cristo, que é a Sua Igreja, Seus representantes aqui na Terra para suprir as necessidades mais essenciais dos membros deste corpo, e por isso Ele deixou instruções claras na Sua Palavra, porém nem sempre acatadas.
O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre (Provérbios 22.9)
Leia o capítulo 2 da espístola de Tiago escreveu. Destaco aqui o verso 14:
Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?
Já testemunhei casos de ímpios que tem sustentado a obra missionária. Glória a Deus por isto, vergonha para nós! Novamente: a maneira que Deus quer usar para suprir sua igreja é através da própria igreja. E não só a Sua própria igreja, mas também o mundo. Pare um pouco para pensar nestes textos:
Quem se compadece do pobre ao SENHOR empresta, e este lhe paga o seu benefício. (Provérbios 19.17)
O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido. (Provérbios 21.13)
Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o perverso de nada disso quer saber. (Provérbios 29.7)
Não podemos ficar indiferentes a isto. Somos chamados para ser sal e luz, fazer diferença neste mundo em que vivemos. Só assim a vontade de Deus estará sendo feita, só assim o Seu nome será santificado. Pense no que santifica o nome de Deus: eu ter muitas bênçãos ou eu distribuir muitas bênçãos? Eu ser próspero ou eu ser uma fonte de prosperidade para outros também? Se Deus é bom porque nos abençoou, então devemos ser abençoadores também. Não com insensatez, distribuindo dinheiro para indolentes, mas como vimos acima: devemos nos informar da causa do pobre.
Para que o Nome de Deus seja santificado, façamos Sua vontade. Para que o Nome de Deus seja santificado, reconheçamos que o pão seja de cada dia; e que não seja somente meu, mas seja nosso.

www.todahelohim.com
Devocional: A Oração

sábado, 21 de março de 2015

Projeto Haiti - Vila do Louvor - Colabore!



ETED 2015 – HAITI VILA DO LOUVOR 
#TodosnoHaiti 

É um projeto gerado na Jovens com uma missão (Jocum) – Vila do Louvor em Piratininga – São Paulo, um Movimento missionário, Cristão, formado por pessoas das mais variadas cidades do Brasil e partes do Mundo, que entenderam e aceitaram o desafio de se dedicarem ao outro através: Treinamento, Evangelismo, Justiça e transformação social. 

Estamos dedicados a apresentar Jesus pessoalmente a esta geração, mobilizando o máximo de pessoas possível para ajudar nesta tarefa, treinando e equipando pessoas para que cumpram seu papel no cumprimento da Grande Comissão. Como cidadãos do reino de Deus somos chamados a amar, adorar, obedecer nosso Senhor, a amar e servir Seu Corpo, a Igreja e a apresentar o evangelho de forma integral a todas as pessoas ao redor do mundo. (Mc 16:15) 

A Vila do Louvor é uma comunidade que trabalha de maneira colaborativa para manifestar o amor de Deus às pessoas. Gostamos de pensar que um caminho para isso é a arte, mas não só ela e queremos contribuir nisso através do nosso trabalho. Pessoas que têm o propósito de mudar a realidade ao seu redor e o mundo em que vivem usando um forte fundamento, o amor. 

A Escola de Treinamento e Discipulado (ETED) é uma escola planejada para encorajar cristãos a desenvolver seu caráter, cultivar um relacionamento profundo com Deus, identificar seus dons e talentos e reconhecer, de forma genuína, o chamado de Deus para a sua vida. Tem a duração de 5 meses entre teórico e prático. Somos hoje em 16 Alunos e 3 Obreiros da escola e 2 obreiros auxiliares. 

O tema da nossa escola é: “SEGUE-ME”, (mt 4: 18-22). Entendemos que ato de seguir alguém requer clareza e confiança de quem nos esta convidando a segui lo, como os discípulos fizeram com Cristo. Seguir também exige escolha, envolvimento, rendição, entrega, comprometimento, fé, submissão e requer inclusive largar as próprias vontades e olhar para outro como a nós mesmos. 

Pra onde vamos? HAITI 
O país que iremos é o Haiti, um país do Caribe de língua francesa e crioulo haitiano, IDH 0,404 (posição 168º) pior IDH da América. Sofreu um terremoto em 2010 e está em processo de reconstrução. 
Com o Lema “Amor e arte que transformam”, o projeto tem como objetivo atender à necessidade de apoio ao processo de reconstrução do Haiti e seu contexto social. Levar alegria e esperança, reacender sonhos, resgatar identidade, levar dignidade e justiça social. Plantar sementes por meio do intercâmbio de culturas e trocas de experiências para que, acima de tudo o indivíduo seja valorizado. 
Esse objetivo será alcançado através de manifestações de serviço das mais variadas maneiras como: música, dança, circo, teatro, cinema, fotografia, esportes, trabalhos manuais, estudos, reconstrução civil, assistência social, psicologia, trabalhando juntamente a instituições e ONGs já atuantes. 

Tempo da viagem: 02 meses 
Data da partida: 24 de abril
Lugares: Santo Domingo (Republica Dominicana) Porto Príncipe, Moh Hue (Haiti) 
Desafio financeiro 
Para realização de desse projeto, estão envolvidos 21 integrantes. 
Tendo um custo total de R$ 133.000,00, cobrindo as seguintes despesas de todos da equipe:
 Passagens aéreas; - Passagens terrestres; - Translados; - Estadia; - Alimentação; - água - Seguro saúde; - Emergência; - Guia / tradutor.

Colabore conosco nesta iniciativa missionária. Acesse nosso site:



quarta-feira, 18 de março de 2015

Conferência Missional - Em maio no Rio de Janeiro



CONFERÊNCIA MISSIONAL - Uma conferência única para pastores, líderes, e plantadores de igrejas missionais. Nós convidamos um grupo excepcional de pastores, teólogos e missiólogos para nos estimular e encorajar nesta jornada.


Faça sua inscrição para a 6ª Conferência Nacional da Atos 29 Brasil com Ed Stetzer, Eric Mason, Luiz Sayão, Sergio Queiroz e outros. 


sábado, 14 de março de 2015

Congresso JUVEP 2015


Congresso Juvep 2015

O Triunfo da Mensagem da Cruz: O Evangelho e a Evangelização

Congresso Juvep 2015 será realizado de 02 a 04 de abril na semana de páscoa no Espaço Gospel em João Pessoa na Paraíba.

Num esforço especial o Congresso contará com a presença de um dos principais líderes de missões da Europa, o Dr. Johannes Reimer, ex-ateu e ex-militante do comunismo, alcançado pela graça de Deus.

Também participará do evento, o médico-missionário americano, o Dr.  Rob Cheeley,líder de um grande trabalho missionário de transformação social na China.

Completarão o time de preletores das principais plenárias o teólogo e pensador cristão,Jonas Madureira, e a Dra. Barbara Burns.

A programação constará de Encontro de Pastores e LíderesEncontro de Mulheres e Encontro de Jovens nas manhãs do congresso. Cursos e seminários nas tardes com vagas limitadas. E o culto de celebração e ministração da Palavra a cada noite.

No congresso também haverá uma área de estandes com a presença de várias organizações missionárias onde o congressista poderá conhecer vários iniciativas e desafios através dessas organizações.

A entrada no congresso é gratuita com exceção dos cursos oferecidos no período da tarde.

Você é o nosso convidado especial. Não deixe de comparecer.
Atenciosamente, no amor de Cristo
 
Coordenação do Congresso

Maiores Informações: 
Telefone: 83 3248.2095 

segunda-feira, 9 de março de 2015

Quanto Resta a Fazer na Grande Comissão? - John Piper


Nós deveríamos ficar pasmos ao ver o quanto é possível de realizar o que resta na tarefa de missões mundiais. Antes que eu explique isso, vamos esclarecer algumas definições.
Missões não é o mesmo que evangelismo. Evangelismo é compartilhar o evangelho com qualquer descrente, e esse trabalho nunca será terminado até que Jesus venha.
Missões, por outro lado, tem a ver com grupos étnicos, e não apenas pessoas, e o número é finito e relativamente estável — como "toda tribo, língua, povo e nação" em Apocalipse 5:9.
Portanto, missões é atravessar uma cultura, aprender um idioma, e plantar uma igreja através da pregação do evangelho no meio de grupos étnicos que não possuem igrejas fortes o suficiente para evangelizar seu grupo.
De acordo com o Joshua Project (dados de 16 de Fevereiro) existem 16.598 grupos étnicos no mundo. 7.165 desses são "não-alcançados" (menos de 2% evangélicos).
Definindo as coisas de uma forma um pouco diferente, a divisão de pesquisa da Junta de Missões Internacionais da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidosestima que são 11.310 grupos étnicos, dos quais 6.405 são não-alcançados e 3.100 são "não-abordados" (nenhum trabalho missionário evangélico para alcançá-los está em andamento).
Esse número parece grande pra você? 3.100? Estes são os grupos étnicos que ainda precisam ser buscados e penetrados por um trabalho missionário. O número é, de fato, incrivelmente pequeno comparado aos recursos que temos disponíveis.
Considerem estes números da edição de Janeiro de 2013 do Boletim Internacional de Pesquisa Missionária (vol. 37, no. 1):
  • Existem 44.000 denominações Cristãs no mundo — 14 para cada grupo étnico não-abordado.
  • Existem 700 milhões de Cristãos evangélicos no mundo — 225.000 para cada grupo étnico não-abordado.
  • Existem 4.5 milhões de congregações Cristãs no mundo — 1.451 congregações para cada grupo étnico não-abordado.
  • Existem 4.900 agências de missões transculturais Cristãs no mundo — 1,5 agências para cada grupo étnico não-abordado.
Isso é simplesmente incompreensível. Eu tenho consciência de que a maior parte destes 3.100 grupos étnicos não-abordados estão em lugares e sob regimes políticos que são hostis à presença Cristã. Portanto, não estou dizendo que será fácil alcançá-los. Será muito árduo.
Mas se Deus nos concede a paixão e coragem e sabedoria, a tarefa restante não é nem vaga, nem enorme, nem irrealizável. Você se uniria a mim para obedecer o que diz em Mateus 9:38: "Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara"?
E então, seja um dos que vai radical e sacrificialmente; ou um dos que envia, radical e sacrificialmente. Jesus tem toda autoridade para realizar isto. Ele promete estar conosco até o fim dos tempos enquanto nos mobilizamos para isso. Que expectativa emocionante! Que razão para se viver! Que santa ambição.

domingo, 1 de março de 2015

Como o Evangelho está fazendo diferença entre os ribeirinhos do Brasil?

Como o Evangelho está fazendo diferença entre os ribeirinhos do Brasil? A MEAP (Missão Evangélica Pescadores) é uma testemunha e um instrumento do que Deus tem feito. Conheça as histórias, as ações e os objetivos da nossa parceira MEAP no documentário a seguir.


Via http://renas.org.br/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

VOCARE 2015 - Participe!


A AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileira) tem a alegria de lhe convidar pra participar do Vocare 2015, um encontro missionário voltado para o público jovem com a intenção de debater o tema: Qual é nossa vocação?
O QUE

Vocare = vocação (em latim)
Tempo, espaço e ajuntamento com a cara dos jovens evangélicos brasileiros. Teoria e prática, ação e oração, Bíblia e experiências pessoais, reflexão e adoração. Três dias para conversarmos, honestamente, sobre uma pergunta que não sai da nossa cabeça: QUAL A NOSSA VOCAÇÃO?


POR QUE

Porque é muito vazio passar pela vida sem um senso verdadeiro de missão.
Porque só conhecemos a Deus quando caminhamos com Ele, radical e apaixonadamente, colocando mente e coração a serviço dele.
Porque o mundo precisa das nossas mãos a serviço do reino de Deus.
Porque a igreja de Jesus Cristo conta com nossa paixão e nosso amor.


QUANDO E ONDE

De 18 a 21 de abril de 2015, na UNICESUMAR – Maringá (PR)


QUEM?

Jovens evangélicos de 16 a 26 anos e os principais ministérios cristãos ligados à juventude no Brasil.


INSCRIÇÕES

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Vocação - Ronaldo Lidório


Ronaldo Lidório 

A vocação de Deus é incontestável e irresistível. Incontestável, pois Ele, ao vocacionar, o faz de forma clara e nada mais enche o coração. Irresistível pela abordagem, pois quando Deus vocaciona, tudo nos impele a segui-Lo.

Chamado e vocação são termos correlatos na Palavra de Deus e derivam da expressão kaleo - chamar. Em todo o Novo Testamento vemos que Ele chama para a salvação (2 Pe 1.10), para a liberdade (Gl 5.13), para sermos de Jesus Cristo (Rm 16) e para a ceia das bodas do Cordeiro (Ap 199). Todo chamado se dá segundo o Seu propósito (Rm 8.28) e somos encorajados a permanecer firmes no chamado (1 Co 7.20), andar de forma digna da nossa vocação (Ef 4.1) e a vivê-la junto com outros igualmente chamados em Cristo (Ef 4.4).
O chamado de Deus não é uma prerrogativa do Novo Testamento. Deus, ao longo da história, chamou o Seu povo para o Seu propósito. Israel é chamado para ser bênção entre as nações (Gn 12.2) e para anunciar a salvação e a glória do Senhor (Sl 96.3). Em Isaías, o Senhor fala sobre “todos os que são chamados pelo meu nome”, também menciona que foram criados “para a minha glória” (Is 43.7).
Antes de tudo, é preciso compreender que, em Cristo Jesus, todos somos vocacionados (1 Pe 2.9-10). A Palavra deixa isso bem claro ao expor que somos vocacionados para a salvação, para as boas obras, para a santidade e para a missão. Ou seja, nascemos em Cristo Jesus com um propósito. Não estamos neste mundo de forma aleatória e descomprometida. Fomos salvos em Cristo para fazer diferença – sendo sal e luz -  e cumprir o chamado de Deus. E, dentre todas, a nossa maior vocação é glorificar o nome de Deus Pai (Rm 16.25-27).

Encontramos também na Palavra de Deus a vocação ao ministério, para uma função específica no Reino do Senhor. Trata-se daqueles que são separados por Deus para uma ação específica e funcional em Sua igreja.

Escrevendo aos Romanos, Paulo se apresenta como “servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus” (Rm 1.1), expressando que é servo de Cristo, porém, com um chamado ministerial específico: ser apóstolo.

Ele afirma ser “servo” – doulos – escravo comprado pelo sangue do Cordeiro, liberto das cadeias do pecado e da morte e, apesar de livre, cativo pelo Senhor que o libertou.
Afirma também ser chamado para ser “apóstolo”, demonstrando que alguns servos podem ser chamados ao apostolado, porém, não há apóstolos que não sejam primeiramente servos.
Em Efésios 4:11, entendemos que o Senhor Jesus chama, dentre todos na igreja, “alguns” para serem apóstolos, profetas, pastores, evangelistas e mestres, ou seja, para funções específicas de trabalho.

Quem nós somos - nosso chamado em Cristo - é mais determinador para nosso ministério do que para onde iremos. Não há na Palavra um chamado geográfico (para a China, Índia ou Japão), ou mesmo étnico (para os indígenas, africanos etc.), mas um chamado funcional, para se fazer alguma coisa.

Na exposição aos Efésios, Paulo afirma que alguns foram chamados para ser apóstolos, ou “a pedrinha lançada bem longe”, na expressão de John Knox. São aqueles que vão aonde a igreja ainda não chegou. Há os profetas, que falam da parte de Deus e comunicam Sua verdade. Há os chamados para serem pastores, que amam e cuidam do rebanho de Cristo, que amam estar com o povo de Deus e se realizam ministerialmente cuidando desse povo. Há os evangelistas, que são aqui os “modeladores” do Evangelho, ou seja, os discipuladores. São os irmãos que fazem um trabalho nos bastidores, de discipulado, extremamente relevante para o Reino, o crescimento e amadurecimento da igreja. Por fim os mestres, que ensinam a Palavra de forma clara e transformadora, são os que leem a Palavra e a expõem de forma tão clara que marcam vidas e corações.

Na dinâmica do chamado há certamente uma direção geográfica. Se alguém possui convicção de que Deus o quer na Índia, isso significa que há uma direção geográfica de Deus, não um chamado ministerial. Mas, notem: a direção geográfica muda, e mudou diversas vezes na vida de Paulo. O chamado, porém, permanece.

Paulo foi chamado para os gentios, como por vezes expressa (At.13:1-3). Era uma força de expressão para seu perfil missionário, pois, com exceção dos judeus, todo o mundo era gentílico. Assim, ele expressa em Romanos 15.20 a prioridade geográfica do ministério da Igreja: “onde Cristo ainda não foi anunciado”. Na época, prioritariamente entre os gentios.  Hoje, porém, pode ser perto e pode ser longe. Uma pessoa, de qualquer língua, raça, povo ou nação, que ainda não tenha ouvido as maravilhas do Evangelho, é a prioridade de Deus para a obra missionária.

Percebo algumas crises entre os vocacionados no Brasil. As principais talvez sejam de compreensão, discernimento e ação.

A crise de compreensão se estabelece à medida que não entendemos, na Palavra de Deus, que somos todos vocacionados para servir a Cristo. Assim, relegamos o trabalho aos que possuem um chamado ministerial específico. Outras vezes, por associarmos o chamado puramente a títulos ou posições eclesiásticas, esquecendo que fomos todos chamados em Cristo para a vida no Espírito e para o trabalho na missão.

A crise de discernimento nasce quando não fazemos clara distinção entre o chamado universal e o chamado ministerial específico. Podemos passar a vida frustrados em qualquer lado do muro se não buscarmos discernimento vocacional. Esse discernimento é encontrado primeiramente na Palavra, estudando o que a Bíblia nos ensina sobre vocação. Em segundo lugar, caso haja uma convicção de chamado ministerial específico, associando-nos ao trabalho da igreja e passando nossa vocação pelo crivo dessa experiência. Por fim, precisamos buscar ao Senhor em oração especialmente para saber qual será o próximo passo. Deus, geralmente, só nos mostra o próximo passo.

A terceira crise que percebo é de ação. Há um número grande de irmãos e irmãs com clara compreensão bíblica sobre a vocação, claro discernimento sobre os passos a serem dados, mas nunca os dão. Para alguns, esse passo é um envolvimento maior com o ministério da igreja local. Para outros, é seguir para um centro de treinamento bíblico e missionário ou participar de um estágio ministerial. O importante é perceber que, em algum momento ao longo da convicção de um chamado ministerial, é preciso dar um passo.


Somos, portanto, todos vocacionados em Cristo para servir a Deus e glorificar o Seu Nome. Alguns são vocacionados, também em Cristo, para funções específicas – ministeriais – para o encorajamento da igreja e expansão do Evangelho no mundo. Em qualquer situação, a nossa vocação é um privilégio. Na verdade, talvez seja o nosso maior privilégio, bem como o nosso maior desafio.
 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Projeto Missionário IDE da Missão Asas de Socorro - Participe!

logo IDE1
VEM AÍ O PROJETO IDE 2015!
Oportunidade sem igual para participar!


LOCAL:  Santarém /Pará
DATA: 
  • 14/07 - Recepção dos Projetista em Santarém
  • 15/07 - 07:00h Saída para a Comunidade
  • 16 e 17/07 – Treinamento na Comunidade
  • 18 a 22/07 – Atividades na Comunidade
  • 23/07 – Retorno da Comunidade 
  • 24/07 – Dia de Lazer
  • 24/07 -  Após as 18:00h todos estarão liberados para retornar  a suas cidades de origem.

INSCRIÇÃO : Clique aqui e faça sua inscrição.
TAXA DE INSCRIÇÃO:  R$ 350,00
FORMAS DE PAGAMENTO: 
  • 4 X de R$ 87,50
  • 3 X de R$ 117,00
  • 2 X de R$ 175,00
  • À vista - R$ 350,00
Ao preencher sua ficha assinale  o número de parcelas, para que seja enviado os  boletos,que devem ser pagos até o mês de junho. 
VAGAS:  180 pessoas
CRITÉRIOS PARA PARTICIPAÇÃO:
  • Ser maior de 16 anos.
  • Ser cristão comprometido com Deus e com a Igreja local.
  • Ser alegre, comunicativo, ter disposição para trabalhar em grupo e ser submisso às regras.
Qualquer dúvida entre em contato conosco!
Email: ide@asasdesocorro.org.br
Telefone: (62) 40140323 / (62) 9299-1541 (TIM) / (62) 99154-1212 (VIVO)

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