quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Devocional: De cabeça para baixo

"... Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes." Mt 9.12

   Na Índia eu cultuei a Deus entre pacientes leprosos. A maioria dos avanços da medicina no tratamento da lepra surgiu como resultado de médicos missionários que se dispuseram a viver entre os pacientes e a arriscar-se à exposição à pavorosa doença. Como resultado, desenvolvem-se igrejas na maioria dos grandes centros de lepra. Em Mianmar visitei casas de órfãos aidéticos onde voluntários cristãos tentam substituir a afeição dos pais que a doença já roubou. No Chile e no Peru, visitei os cultos mais avivados no interior de uma penitenciária federal. Entre os simples, os desprezíveis, os oprimidos - os rejeitados deste mundo - o reino de Deus cria raízes. 
   Levar a sério algo designado por Deus significa que precisamos aprender a olhar para o mundo de cabeça para baixo, como Jesus fez. Em vez de buscar pessoas com recursos que possam nos fazer favores, procuramos pessoas com poucos recursos. Em vez dos fortes, encontamos os fracos; em vez do saudável, o doente. Em vez do espiritual, o pecador. Não é assim que Deus reconcilia o mundo consigo? "...Os são não precisam de médico, e sim os doentes [...] pois não vim chamar os justos, e sim pecadores" (Mateus 9:12,13). 
   Para ganhar uma nova perspectiva, olhe para o mundo de cabeça para baixo, como Jesus o fez. 

Philip Yancey - in Devocional Pão Diário

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Lançamento da Bíblia Missionária de Estudo


Com texto bíblico na tradução de Almeida Revista e Atualizada, a Bíblia Missionária de Estudo é uma publicação inédita e totalmente desenvolvida no Brasil. A obra enfatiza as perspectivas missionárias da Bíblia ao mesmo tempo em que reforça a importância da Bíblia Sagrada como o livro da missão de Deus. Um de seus diferenciais é contar, ao longo de todo o texto bíblico, com extensas notas de estudo escritas por líderes do movimento missionário no Brasil, como Russell Shedd, Bárbara Burns, Hernandes Dias Lopez, Antonio Gilberto, Samuel Escobar, Edison Queiroz, Valdir Steuernagel, Ronaldo Lidório e Timóteo Carriker, este último um dos idealizadores da obra, junto ao editor Jamierson de Oliveira. A publicação oferece recursos como: introdução a cada livro bíblico, com informações sobre conteúdo e visão missionária, encarte com mapas e gráficos sobre missões e apêndice com artigos e recursos missionários. Entre seus propósitos, visa informar cristãos e igrejas sobre como a Bíblia orienta a ação missionária em várias vertentes, tais como evangelismo pessoal, implantação de igrejas e virtudes da vida cristã. 

Recursos

  • Introdução aos livros bíblicos, destacando seu conteúdo, estrutura, relação com outros livros da Bíblia e significância missionária
  • Apêndice com artigos e recursos missionários
  • Encarte com mapas e gráficos sobre missões
  • Mais de 7.500 notas de estudo
  • Mais de 100 quadros com reflexões
  • Mais de 60 Mapas ao longo do texto
  • Concordância temática
  • Cronologia bíblica
  • Tabela de pesos, moedas e medidas
  • Como encontrar ajuda na Bíblia
  • O que a Bíblia diz sobre o perdão de Deus

Formato:17,0 x 25,0 cm
1504 páginas

A Bíblia já pode ser adquirida pelo site da SBB: 



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Carta de Esmirna à Igreja Global - Declaração da Consulta Global da Comissão de Missão da WEA

WEA-full

Estiveram reunidas em Izmir (Esmirna), na Turquia, 210 pessoas de mais de 50 países, inscritos para a Consulta Global da Comissão de Missões da Aliança Evangélica Mundial. Pessoas de diferentes contextos eclesiásticos, linguísticos e culturais, mas pertencentes à mesma família e compartilhando uma paixão comum por Jesus Cristo e pela Sua Igreja.
Evangelho, igreja e testemunho sempre compõem uma tríade inseparável no pensamento cristão e na prática do discipulado. Esses elementos estão sendo revisitados hoje de diversas maneiras. Novas formas de ser igreja estão emergindo e como seguidores de Cristo ao redor do mundo procuramos ser fiéis neste novo contexto e nesta geração
A Consulta Global 2014 tratou sobre a Igreja. A proximidade com as Sete Igrejas (do Apocalipse) invocou a história da igreja e seu testemunho na região, proporcionando um excelente contexto para pensar globalmente sobre a igreja em missão, bem como sobre as suas expressões locais e os movimentos que a levam a seguir em frente.
Foi um tempo desafiador e renovador, fazendo com que, dentro destes novos tempos midiáticos e instantâneos, o papel da igreja, como agente da missão fosse pensado, refletido e questionado.
Dentre os brasileiros presentes à Consulta, o Pastor Edeval Campos, pastor da Igreja Batista Filadélfia, em Cidade Patriarca, São Paulo capital, teve oportunidade de compartilhar sobre a realidade e contexto atual da igreja brasileira, uma vez que representava as igrejas locais. Outros brasileiros presentes foram: Tonica van der Meer, Margaretha Adiwardana, Decio de Carvalho (que mora em Porto Rico), Levi de Carvalho (que mora na Espanha), João Barbosa de Oliveira Jr (que mora na África do Sul), Leif Ekstrom (que mora na Suécia), Alzira Ekstrom e Bertil Ekström, Diretor Executivo da Comissão de Missão da Aliança Evangélica Mundial
Em resultado da Consulta foi emitido o Documento abaixo.
Carta de Esmirna para a Igreja Global
Maio de 2014
Aos nossos irmãos e irmãs em Cristo,
Graça e Paz!
Nós, da Comissão de Missão da WEA (Aliança Evangélica Mundial) estivemos reunidos por 5 dias no nome do Senhor Jesus Cristo, refletindo a partir da carta de João às sete igrejas antigas de Apocalipse 2 e 3.
Esse cenário tem sido um profundo memorial dos 2000 anos de história da Igreja à qual estamos conectados; das provações que confirmam que o testemunho apostólico deve ser passado adiante fielmente, e do fato de que nós hoje recebemos esse testemunho porque homens e mulheres preferiram entregar as suas vidas a comprometer o evangelho. Tem-nos lembrado de forma contundente de que no início da Igreja foi custoso, por vezes até com martírio, declarar que Jesus Cristo é o Senhor e que somente Ele deve ser adorado.
Em nosso estudo da Palavra de Deus e em todo o nosso aprendizado e conversas, refletimos sobre a Igreja de Deus e a Missão de Deus, àquela época e agora, e buscamos ouvir a voz do Espírito Santo. Nós temos sido convencidos pelo reconhecimento de que devemos constantemente ser lembrados do que significa ser um filho de Deus, e lembrarmo-nos da graça de Deus. Temos visto que podemos nos esquivar do amor a Deus e nos deixar levar por encontrarmo-nos ocupados com as 'coisas' de Deus. O Senhor nos chama ao arrependimento; profundo e com lágrimas. Ele nos chama a constantemente renovar o nosso amor por Ele. Ele nos chama a perseverarmos como discípulos alegres, apaixonados por Jesus.
A antiga declaração do Credo que diz que a Igreja é "una, santa, católica, e apostólica", fala poderosamente a nós hoje. Nós conclamamos à família evangélica a arrepender-se da competitividade, duplicação e fragmentação, e a lutar por unidade na comunhão, testemunho e uma vida que o Senhor declara ser o sinal fundamental da credibilidade do evangelho. Nós nos comprometemos, e também chamamos a Igreja, a demonstrar o poder de Deus para transformar pessoas à semelhança de Cristo, a serem discípulos de corações íntegros que vivam em simplicidade que encoraja a santidade de mente e vida. Nós reconhecemos que a autoridade de Cristo é para o mundo inteiro, todas as nações e toda a criação, e que a plenitude de Cristo é vista em toda a Igreja, na sua abrangência global. Nós nos comprometemos novamente com um evangelho fiel aos ensinos da Palavra de Deus, transmitido a nós com o endosso do Senhor e dos apóstolos, como verdade que já foi entregue aos santos. Comprometemo-nos à prática apostólica, reconhecendo a importância do ensino, oração, comunhão, partir do pão, testemunho e proclamação.
Nós ouvimos sobre a dor de muitos daqueles que sofrem por Cristo em muitas partes do mundo. Sabemos do trauma da perseguição, e que aqueles que sofrem são nossos irmãos e irmãs, cujas dores têm sido sentidas por todos nós aqui reunidos, e que devem ser sentidas por todos nós, de forma mais ampla, em um só corpo. Comprometemo-nos a adensar as nossas orações por eles e a contar as suas histórias mais persistentemente em todas as nossas igrejas. Sobriamente, reconhecemos o ensinamento do Senhor Jesus sobre aqueles que sofrem por Ele: que têm o Reino como uma promessa e que a glória de Cristo repousa sobre eles. Oramos para que eles tenham o conforto de que "Deus sabe". Queremos ser proativos na defesa daqueles que não experimentam o direito humano da liberdade de fé.
Nós enfrentamos novamente o desafio dos não-alcançados, dos desigrejados e dos sem-igreja, e mais uma vez nos comprometemos a levar a semente do evangelho para que Deus faça nascer novas igrejas. Nós reconhecemos, com tristeza, que muitas áreas do mundo, especialmente no ocidente, necessitam ser renovadas pelo Espírito e ter novas igrejas plantadas. Isso em adição à premente necessidade do mundo não-evangelizado ser alcançado com urgência e persistência. Nós reconhecemos que o Senhor está inspirando muitas novas iniciativas e que, em muitos lugares, a Igreja tem crescido rapidamente, pelo que nós louvamos a Deus. Oramos no sentido de que ela também cresça profundamente em discipulado fiel.
Refletimos que Deus nos chama para ser o Seu povo peregrino. Isso nos orienta a não nos apegarmos aos bens materiais e mesmo àquelas coisas sobre as quais depositamos o nosso senso de identidade: lar, país, trabalho. Ao contrário, nós somos chamados a encontrar a nossa identidade mais verdadeira e mais profunda no Senhor Jesus Cristo e na família do povo de Deus. Nós oramos para que Deus nos mantenha em movimento e em sintonia com Ele, como os peregrinos de antigamente, e que ajustemos o nosso coração pela fé no destino celestial final. E oramos para que tenhamos o discernimento para reconhecer o que Deus está fazendo em nossos dias, e tenhamos alegre obediência em buscar o nosso papel como mãos e pés de Deus; porta-vozes e sinais visuais no Seu mundo.

Que reflitamos e ajamos sobre essas coisas, para a glória de Deus.
No nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Comissão de Missão da Aliança Evangélica Mundial

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

As estratégias evangelísticas de Paulo - Hernandes Dias Lopes


Hernandes Dias Lopeshttp://hernandesdiaslopes.com.br/

Paulo foi o maior missionário da história da igreja. Investigar o conteúdo da sua mensagem e a relevância de seus métodos é um desafio para a igreja contemporânea. Na busca do crescimento da igreja, não precisamos recorrer às novas técnicas engendradas no laboratório do pragmatismo, mas devemos nos voltar ao exemplo daquele que foi o maior bandeirante do Cristianismo. Algumas estratégias de Paulo merecem destaque:
1. Paulo sempre buscou as sinagogas para alcançar os religiosos. Sempre que Paulo chegava em uma cidade, procurava ali uma sinagoga. Sabia que nesse ambiente religioso, judeus e pessoas tementes a Deus se reuniam para estudar a lei e orar. Seu propósito era argumentar com essa pessoas, a partir do Antigo Testamento, que o Jesus histórico é o Messias, o Salvador do mundo. Não podemos perder a oportunidade de pregar a Palavra nos templos, onde pessoas religiosas se reúnem, para expor a elas as Escrituras e por meio delas apresentar-lhes Jesus.
2. Paulo sempre aproveitou os lugares seculares para alcançar as pessoas não religiosas. Tanto em Corinto como em Éfeso, Paulo lançou mão desse recurso. Não podemos limitar o ensino da Palavra de Deus apenas aos locais religiosos. Em Corinto Paulo ensinou na casa de Tício Justo e em Éfeso, na escola de Tirano. Paulo ia ao encontro das pessoas, onde elas estavam. Era um evangelista que tinha cheiro de gente. Estava nas ruas, nas praças, nas escolas. Era um pregador fora dos portões. Ainda hoje podemos e devemos usar esses recursos. Podemos e devemos plantar igrejas, usando espaços neutros, como fábricas, escolas e hotéis. Muitas pessoas que, ainda hoje, encontram resistência para entrar num lugar religioso não oferecem qualquer resistência para ir a um lugar neutro.
3. Paulo sempre utilizou os lares como lugares estratégicos para a evangelização e o ensino. Paulo ensinava publicamente e também de casa em casa, testemunhando tanto a judeus como a gregos o arrependimento e a fé em Cristo Jesus. Paulo era um evangelista e um mestre. O lar sempre foi um lugar estratégico para o crescimento da igreja. Na igreja apostólica não havia templos. As igrejas se reuniam nas casas. E a partir desses núcleos, a igreja espalhou-se e multiplicou-se por todo o império romano. O lar deve ser uma embaixada do reino de Deus na terra, uma agência de evangelização e uma escola de discipulado.
4. Paulo sempre plantou igrejas em cidades estratégicas. Paulo foi um pregador fiel e relevante. Ele lia o texto e o povo. Conhecia as Escrituras e a cultura. Jamais mudou a mensagem, mas sempre buscou os melhores métodos para alcançar os melhores resultados. Por isso, fixou-se nas cidades mais importantes do império, porque estava convencido de que a partir dali, o evangelho poderia se espalhar para outros horizontes. Nas quatro províncias que Paulo plantou igrejas, as províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, procurou sempre se estabelecer em lugares geográfica, econômica e religiosamente importantes, pois sabia que as igrejas nessas cidades tornar-se-iam multiplicadoras na evangelização mundial.
5. Paulo sempre acreditou no poder da verdade para convencer e converter os corações. Paulo pregou com lágrimas, mas sem deixar de usar seu cérebro. Por onde passou, dissertou sobre a verdade das Escrituras e persuadiu as pessoas a crerem em Cristo. Ele dirigiu-se à mente das pessoas e tocou-lhes o coração. Paulo rejeitou a sabedoria humana, mas não a sabedoria divina. Ele não confiou nos recursos da retórica, mas usou todos os argumentos lógicos e racionais, na dependência do Espírito, para alcançar as pessoas com o evangelho. Hoje, à semelhança de Paulo, precisamos de pregadores que conheçam a verdade; pregadores que ousem pregá-la com clareza, exatidão e poder.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

John Stott: A perspectiva global da igreja

John Stott

Deus, nosso Salvador [...] deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. [1 Timóteo 2.3-4]
O que chama atenção de imediato nos primeiros sete versículos de 1 Timóteo 2 é a repetição por quatro vezes (e por certo deliberadamente) da expressão “todos os homens”, com o sentido de “todas as pessoas”.
Primeiro, a igreja deve orar por todos. Não somente por todas as pessoas em geral, mas especialmente pelos reis e pelos líderes das nações, para que preservem a paz — mesmo que naquele tempo não houvesse nenhum governante cristão em lugar algum do mundo.
Segundo, o desejo de Deus diz respeito a todos. Deus quer que todos sejam salvos (v. 4). Ou seja, a igreja deve demonstrar interesse por todas as pessoas, pois Deus se interessa por todos. Além disso, a universalidade da mensagem do evangelho repousa sobre a unicidade de Deus: “Pois há um só Deus” (v. 5). O principal fundamento para as missões mundiais é o monoteísmo.
Terceiro, Cristo se entregou como resgate por todos. “Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos” (v. 5-6). Não é suficiente afirmar que há somente um Deus; devemos acrescentar que há somente um mediador, um Salvador — o Filho de Deus, que se tornou “o homem Cristo Jesus” através de seu nascimento e se entregou a si mesmo, em sua morte, como resgate por nós. É importante manter essas três palavras juntas — homem, resgate e mediador; elas remetem ao nascimento, à morte e à ressurreição. Deus primeiro se tornou homem para então nos resgatar, por isso não há nenhum outro mediador. Ninguém mais possui essas qualificações.
Quarto, a proclamação do apóstolo diz respeito a todos. Paulo foi chamado para ser apóstolo, arauto e mestre aos gentios (ou seja, a todas as nações). Embora atualmente não existam mais apóstolos comparáveis a Paulo, há uma necessidade urgente de mais arautos e mestres do evangelho.
Resumindo, a igreja deve orar por todos (v. 1) e pregar a todos (v. 7). Por quê? Crisóstomo, um dos Pais da Igreja, nos dá a resposta: “Para imitar a Deus!” Como o desejo de Deus e a morte de Cristo dizem respeito a todos, então a missão da igreja também deve ser para todos. Cada igreja é parte de uma comunidade local, mas deve ter uma perspectiva global.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Baixe e imprima diversos cartazes que vão lhe auxiliar na obra missionária

Dentro de nossa proposta de oferecer recursos, ainda que humildes, para servir às igrejas, elaboramos mais uma vez diversos cartazes temáticos, que podem ser usados para evangelização e para conscientizar a sua igreja sobre a importância de evangelizar e fazer Missões. Há também cartazes para crianças, e ainda cartazes contra as drogas. Confira! E ajude-nos, espalhando esses materiais entre outros irmãos e igrejas de seu conhecimento.



JESUS: PROCURADO e outros cartazes



Traduzimos e adaptamos um antigo cartaz evangelístico, originalmente elaborado na década de 60 por uma Missão norte-americana que era uma ramificação da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo. Um excelente e criativo recurso para evangelização, principalmente de jovens.


Junto também disponibilizamos mais três cartazes para incentivar sua igreja a evangelizar. 
Imprima e espalhe à vontade! O arquivo está em formato PDF.

Para baixar pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.

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Cartazes contra o uso de drogas, álcool e cigarros


Elaboramos uma série de seis cartazes simples, em tamanho A4 e preto-e-branco, com mensagens de combate ao uso de drogas, álcool e cigarro. Para tal, valemo-nos tanto da criação 'pura' como da adaptação de materiais/mensagens já disponíveis na internet, como a mensagem sobre o álcool solvente, ou o cartaz da caveira formada por drogas, que é um cartaz do artista americano Jude Landry, e que nós traduzimos. São materiais ideais para você imprimir e tirar cópias, e espalhar por sua comunidade, e em murais de escolas, faculdades, empresas etc.
Outra dica: note que os cartazes sobre álcool e cigarro possuem dois modelos de cada um: em um está inserida uma pequena mensagem evangelística, e no outro não, para que ele possa ser veiculado em locais onde é proibida ou mal recebida a mensagem religiosa.
O arquivo com os cartazes está em formato PDF.

Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.






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Cartazes para Escola Bíblica Infantil, com o 
foco em Missões e Evangelização


Desta vez disponibilizamos uma série de 9 cartazes, em preto e branco, para serem utilizados com crianças (Departamento Infantil, EBI, EBF, Culto Infantil etc.). 
São cartazes que podem ser coloridos pelas crianças, e cujo foco é incentivá-las a evangelizar e apoiar Missões. Há ainda um bonito cartaz para você marcar os aniversariantes do mês.
O arquivo está em formato PDF.

Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.



Caso não consiga realizar o download dos arquivos, por favor solicite-me o envio por e-mail:sammisreachers@ig.com.br

































sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pedalando no Sertão - Documentário sobre o missionário que evangelizou o sertão montado numa bicicleta

O Pr. Ubiratã Souza evangelizou pessoas do sul do Piauí e do oeste da Bahia
Debaixo de sol, sobre duas rodas de uma bicicleta, com poucos recursos, mas com muita vontade em levar a Palavra de Deus, assim, por muitos dias, foi a rotina do pastor e missionário Ubiratã de Souza que, desde os 22 anos, tem dedicado grande parte do seu tempo em ganhar vidas para Jesus.
“Quando ainda era jovem, Jesus me apareceu. Vi Suas mãos, Seu sangue e demônios correndo. Desde esse dia não parei mais de pregar o evangelho; dizer que Cristo é o salvador de nossas vidas e que grandes coisas Deus têm feito por nós”, explicou Ubiratã.
Pastor Ubiratã
Pastor Ubiratã
O pastor, que não imaginava ganhar este título, logo após seu encontro com Jesus, comprou um chapéu, no qual escreveu: “Ao Deus Desconhecido”, baseado passagem bíblica de Atos 17.23; e saiu de bicicleta pelo sul do Piauí e o oeste da Bahia evangelizando pessoas carentes – (“Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio” – Atos 17.23).
Segundo Ubiratã, ele visitou diversos lugares, pregando a Palavra de Deus, bem como vendo milagres acontecerem. Além disso, muitas pessoas se converteram e também serem batizadas. Quantos aos quilômetros percorridos em cima de duas rodas, o pastor declara que esses são incalculáveis.
“Certo dia, minha netinha estava chorando muito. Várias pessoas a pegavam no colo, mas ninguém conseguia fazer com que ela parasse de chorar. Então, o pastor Ubiratã veio até a minha casa, orou e a criança urinou bastante. Logo em seguida, ela parou de chorar”, contou Terezinha, moradora do Estado do Piauí.
Pastor Ubiratã
O documentário
O “Pedalando no Sertão” surgiu por meio de um encontro entre o cineasta, Ricardo Reis, e o missionário e pastor Ubiratã, durante a Conferência da Igreja Cristã da Família.
Ao ter conhecimento da história do pastor, Ricardo, junto a outras pessoas como Matheus Ortega, Saulo Augusto, Afonso Flores, Bruna Manzoli, Vanessa Laitano e José Nilson Rodrigues, decidiu documentar a vida deste homem que tem sido uma inspiração para muitos cristãos.
Segundo o diretor do documentário, Matheus Ortega, a produção do filme teve vários objetivos, os quais foram todos alcançados. “Impactamos a juventude cristã; honramos a vida do Pr. Ubiratã e sua família; e arrecadamos fundos e apoio para o Sertão brasileiro. Para nossa surpresa, também conseguimos enviar mais de R$ 50 mil para o Sertão do Brasil; e muitos jovens se interessaram em realizar missões no local”.
Gravações do documentário "Pedalando no Sertão"
Gravações do documentário “Pedalando no Sertão”
Ainda, segundo Matheus, a produção do documentário durou seis meses e foi realizada de forma totalmente voluntária. “Por meio deste filme, conseguimos realizar o sonho de retratar a história de um verdadeiro homem de Deus. Não contávamos com recursos para realizar uma mega produção, no entanto, contamos com a força de vontade e talentos de todos os envolvidos”, explicou. “Além disso, aprendi que não precisamos de muito para servirmos no Reino de Deus. Assim como o Pr. Ubiratã falou e viveu, o que precisamos é de força de vontade e disposição, pois Deus faz o resto”, finalizou.
Equipe de produção do documentário:
Direção: Matheus Ortega
Direção de Fotografia: Ricardo Reis
Produção: Ricardo Reis e Saulo Augusto
Som Direto: Afonso Flores
Assistente de Direção: Bruna Manzoli
Edição: Vanessa Laitano
Ator que interpretou o Pr. Ubiratã: José Nilson Rodrigues
Trilha Sonora: Palavrantiga, Susana de Oliveira, Carlinhos Veiga, Roberto Diamanso e Salvador Rodrigues.
Se você tem interesse em conhecer um pouco mais sobre a história deste homem que tem vivido para realizar a obra do Senhor, acesse vimeo.com e não deixe de assistir ao documentário “Pedalando No Sertão”.
Fotos: Arquivo do documentário

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fazendo funcionar uma secretaria de missões


Não basta apenas criar uma Secretaria de Missões apenas por criar, é necessário que esta Secretaria funcione realmente, exercendo fielmente as atividades para a qual foi criada.
Certo missionário disse certa vez: “Secretaria de Missões, é tudo muito bonito, mas na prática não funciona”. Ele disse isso por estar a vários anos no campo missionário sem nunca receber uma carta da Secretaria de Missões, ou membros de sua igreja; em dois anos só tinha recebido uma carta do seu Pastor. É claro, que isto, infelizmente continuará a acontecer, mas não deve ser regra e sim exceção. Pois cabe a igreja, através da Secretaria de Missões dar o apoio financeiro, moral, emocional e espiritual ao missionário no campo.
A Secretaria de Missões tem a obrigação de manter a igreja sempre bem informada a respeito de seus missionários e também da obra missionária de maneira geral e abrangente.
Abaixo vamos ver quais são as funções básicas de uma Secretaria de Missões:
  1. Coordenar toda a ação missionária da igreja, em parceria com o Pastor Local;
  2. Envolver a igreja em oração intercessória constante pelos missionários;
  3. Informar a igreja das vitórias, necessidades e motivos de oração de missionários;
  4. Manter contato com missionários que estão no campo, prestando o apoio moral, e também estimular a outros irmãos que façam o mesmo;
  5. Descobrir vocações, apresentá-las a igreja e cuidar de todo o preparo transcultural do vocacionado;
  6. Promover cultos missionários, conferências, seminários, cursos e outras atividades similares para o despertamento e maior envolvimento da Igreja;
  7. Organizar uma biblioteca missionária;
  8. Se possível organizar um boletim informativo missionário;
  9. Adquirir cartazes, bandeiras, e outros materiais de ornamentação que desperte para a obra missionária;
  10. Arrecadar recursos para a obra missionária, promovendo todos os meios de mobilização para arrecadação de fundos. Uma boa maneira é incentivar cada crente a ter seu carnê missionário para que ele possa contribuir sistematicamente todos os meses. Incentive-o depois de acabar um a pegar um outro novo;
  11. Apresentar a Igreja relatório financeiro, bem como das atividades dos missionários;
Organize comissões de trabalho. É importante que todos os membros da Igreja estejam envolvidos, pois, além de ajudar nos serviços, estarão colocando a mente e o coração na obra missionária.

Trecho de artigo retirado de: http://www.semipa.org.br/?page_id=175
Via Miaf

terça-feira, 19 de agosto de 2014

QUEM É ELE?, poema de David Gomes


QUEM É ELE?

Mas, que é esse de jeito assim cansado
que a sorrir percorre o nosso povoado?
Quem é ele que leva na viagem
um cofo com seu rancho
e a Bíblia com a mensagem?

Já o vi pelos rios, navegando alegre
e o encontro outras vezes em pensões de margem
com o povo bom, com o povo incréu
ele é sempre o mesmo, apontando o céu...

Quanta vez mal chegou e vai seguir além
levando seus tratados, com a mensagem do bem.
Canta e ensina ao povo, chora ao ver a dor
combate o pecado, mas transborda em amor!

Deixou atrás sua gente e o conforto alegre
da cidade festiva, cativante e viva
e veio ao nosso encontro
       sem gáudio
        nem comendas,
a viver nosso drama, a desfazer nossa lenda...

De Deus nos fala e que autoridade!
De amor ensina o ideal que anima.
Quem é ele, afinal, conhece-lhe o sinal?

Uma Junta o mandou,  dizem uns
outros protestam, pois contam sua vinda
como oferta de Deus, risonha e linda...
E ele vai feliz, abrindo seu caminho
escola veio dar,
remédio receitar,
e prega o Salvador
que liberta o mesquinho!

Distância ele não vê, calor jamais reclama.
Encarna em sua calma, o Deus bom que proclama,
a pergunta, no entanto, ainda está no ar:

     Mas quem é esse de jeito assim cansado
     que a sorrir percorre o nosso povoado?

É o missionário, amigo, a luz que o céu proclama
o arauto que o sertão veio tirar da chama,
sacando ao pecado, as almas vis, perdidas,
por Cristo, Salvador, Reconstrutor de vidas!
               Bendito sejas,
                             MISSIONÁRIO!

Do livro Antologia Missionária (Casa Publicadora Batista, 1967)

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